segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Federer segue líder, e Bellucci alcança melhor ranking


O suíço Roger Federer contabilizou nesta segunda-feira mais uma semana à frente do ranking mundial do tênis. Ele tem boa margem sobre Rafael Nadal, o segundo colocado. Ambos só devem voltar às quadras no Masters 1000 de Xangai.

A maior mudança entre os primeiros colocados foi a queda do tcheco Tomas Berdych, que estava em 16º e agora é o 21º. Tommy Haas, antes 20º, ganhou duas posições e passou a ocupar o 18º posto.

Para os brasileiros que lutam entre os 100 melhores do ranking, a semana foi boa. Thomaz Bellucci ganhou cinco posições pela segunda rodada em Bangcoc, e agora está na 56ª colocação, a melhor de sua carreira como profissional. Nesta semana, ele joga o ATP de Tóquio e pode entrar pela primeira vez no grupo dos 50 melhores.

Marcos Daniel, apesar da eliminação na estreia em Bangcoc, também ganhou posições. O gaúcho subiu quatro postos e aparece em 86º lugar. Nesta segunda-feira, ele caiu novamente em uma estreia, desta vez no Torneio de Pequim.



Ranking da ATP, 05/10:



1.º - Roger Federer (SUI), 11.255

2.º - Rafael Nadal (ESP), 8.845

3.º - Andy Murray (GBR), 8.390

4.º - Novak Djokovic (SER), 7.330

5.º - Juan Martin del Potro (ARG), 6.555

6.º - Andy Roddick (EUA), 4.920

7.º - Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 3.690

8.º - Nikolay Davydenko (RUS), 3.665

9.º - Fernando Verdasco (ESP), 3.460

10.º - Gilles Simon (FRA), 3.250

11.º - Robin Soderling (SUE), 3.020

12.º - Fernando Gonzalez (CHI), 2.775

13.º - Gael Monfils (FRA), 2.455

14.º - David Nalbandian (ARG), 2.225

15.º - Marin Cilic (CRO), 2.195

16.º - Radek Stepanek (TCH), 2.055

17.º - Tommy Robredo (ESP), 2.045

18.º - Tommy Haas (ALE), 1.780

19.º - David Ferrer (ESP), 1.770

20.º - Juan Carlos Ferrero (ESP), 1.680

56.º - Thomaz Bellucci (BRA), 833

86.º - Marcos Daniel (BRA), 615

147.º - Thiago Alves (BRA), 404

153.º - Júlio Silva (BRA), 380

161.º - Ricardo Mello (BRA), 342

Com informações da AE


voos voo passagens aereas

domingo, 23 de agosto de 2009

Uma semana de festa para os deuses e deusas do esporte

Uma semana inesquecivel para os deuses e deusas do esporte.

No mundial de atletismo em Berlim o destaque sem qualquer dúvida, é Usain Bolt. Com mais um ouro, mas sem o recorde mundial, o show de Usain Bolt foi encerrado da melhor forma no Campeonato Mundial de atletismo, em Berlim. Ele compôs o revezamento 4 x 100 m rasos, que venceu com 37s31, ficando a 0s21 do recorde mundial da própria Jamaica, obtido na final das Olimpíadas de Pequim-2008.

Mesmo assim, o velocista consegue manter um incrível aproveitamento de 100% nas três finais olímpicas e mundiais que disputou nos últimos dois anos. Ele tornou-se o primeiro a vencer os 100 m rasos, 200 m rasos e 4 x 100 m rasos nas Olimpíadas com recorde mundial nos três eventos, e foi o primeiro a bater dois recordes nas provas dos 100 m e 200 m em Mundiais na história.

Bolt também entrou para um clube raro no Mundial, já que apenas Tyson Gay havia vencido as três provas vencidas pelo jamaicano em uma mesma edição do evento ao ganhar em Osaka-2007. De quebra, o velocista ajudou a Jamaica a estabelecer um amargo revés aos EUA, que ficaram pela primeira vez sem vencer uma das três provas masculinas de velocidade do Mundial.

Grand Prix de Voley, Voley Feminino do Brasil conquista do 8º Título

Em apenas um mês, dois octocampeonatos, provando a hegemonia do Brasil no vôlei mundial. Se no fim de julho a seleção masculina ficou com seu oitavo título da Liga Mundial, as garotas "responderam" à altura. Neste domingo, no último dia da fase final do Grand Prix, o time comandado por José Roberto Guimarães teve dificuldades, mas fez seu dever de casa. Precisando apenas vencer o Japão, equipe da casa, em Tóquio, as brasileiras cederam um set, mas faturaram o octocampeonato da competição por 3 sets a 1, justamente um ano após o ouro olímpico.

Com parciais de 25-21, 25-27, 25-19 e 25-19, as brasileiras aumentaram ainda mais o seu domínio no feminino, levantando a taça pela segunda vez seguida - além deste ano, o Brasil venceu em 1994, 1996, 1998, de 2004 a 2006 e em 2008. Entre os homens, na Liga, Brasil e Itália têm oito títulos. No feminino, a seleção verde-amarela ampliou a vantagem para a Rússia, que venceu apenas três vezes o Grand Prix.

Roger Federer

Felizes somos nós que estamos podendo ver, viver e vibrar com cada ponto e vitórias da trajetória do suíço Roger Federer. Um verdadeiro "Deus" do tênis. Por sua habilidade, classe, educação e respeito para com seus adversários.

O suíço Roger Federer não encontrou nenhum tipo de dificuldade para derrotar o sérvio Novak Djokovic e sagrar-se campeão do Masters 1000 de Cincinnati, neste domingo. O líder do ranking venceu a final por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 7/5, e conquistou seu 16º título de Masters.

Agora, Federer precisa de apenas mais uma conquista nesta categoria de torneio para se igualar ao americano André Agassi, detentor de 17 triunfos. O melhor do mundo confirma também sua situação de principal favorito ao título do US Open, último Grand Slam da temporada.

Desde o início da partida, o suíço soube impor seu melhor jogo. Venceu o primeiro set com extrema facilidade, assim como fizera na semifinal contra Andy Murray, segundo colocado do ranking.

Nos primeiros games da segunda parcial, Djokovic teve seu melhor momento no jogo. Venceu os três primeiros games e deu mostras de que poderia complicar a situação para Federer. Mas em seguida, o suíço demonstrou porque é considerado o melhor jogador da história do esporte e reagiu para conquistar o título.

A superioridade do suíço é tanta que durante a cerimônia de premiação Djokovic brincou com o rival. "O mais perto que eu cheguei do troféu foi agora", disse.

Foi ou não uma das melhores semanas para o esporte?

Mas antes que você me questione sobre a vitória de Rubens Barrichelo no GP da Europa em Valência na Espanha, vou logo dizendo:

Estamos aqui falando sobre grandes esportitas e ponto!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Vem aí a Piquet F1


De acordo com a imprensa europeia, Nelsinho Piquet pode ter uma vaga na Fórmula 1 em 2010. Prestes a ser demitido da Renault, o filho do tricampeão mundial pode correr em uma equipe a ser montada pelo pai.

Em parceria com a Super Nova, Piquet pode comprar o espólio da BMW Sauber, que já anunciou que não irá seguir na categoria no próximo ano.

Na GP2, categoria de acesso à F1, o tricampeão mundial já tem uma escuderia. No Twitter, Nelsinho aumentou ainda mais a especulação.

"Pessoal alimentou aí boatos sobre a BMW e tal... só queria dizer que gosto do nome Piquet F1. Que acham?", brincou o piloto.

A Renault decidiu substituir Nelsinho pelo francês Romain Grosjean no restante da temporada da Fórmula 1. Mas o pai e empresário já está pensando no futuro do piloto, ao negociar a compra da equipe que perderá o apoio da BMW no final desta temporada. As conversas estão avançadas, bem perto de um desfecho.

Em tudo se confirmando, como todas as indicações sugerem, o Brasil volta a possuir uma equipe na Fórmula 1. Primeiro foram os irmãos Fittipaldi, que tiveram a coragem de produzir um carro no Brasil, entre 1975 a 1982. Outro a ter equipe na competição foi Pedro Paulo Diniz, que se tornou sócio da Prost Grand Prix em 2001, temporada em que o time encerrou suas atividades.

Com informações de Terra e O Estadão

domingo, 2 de agosto de 2009

A César o que é de César e os louros também para a bella partida e vitória de Bellucci


Falar de César Cielo é emocionante, não somente por suas vitórias e conquistas de medalhas e sim por sua caminhada pela realização de seus sonhos. Eis um verdadeirio exemplo de não somente como um herói, mas como ser humano e que leva seriedade, estuda, treina e com uma das piores abidicações, que é estar longe de sua família e seus queridos.

César Cielo, choro não por suas vitórias e superação de recordes, mas sim por sua emoção linda que mostra o quanto tem moral, ética ao contrário dos políticos e da imensa maioria do povo brasileiro quando da execução de um dos hinos mais bonitos do mundo e que em certo refrão diz a verdade sobre essa maioria "deitado em berço explendido" e por isso são hoje vagabundos, sem moral, sem ética e sem coragem de lutar por seus direitos por pura omissão.

Parabéns e te amamos!

Quanto ao paulista Thomaz Bellucci, de 21 anos, tornou-se neste domingo o responsável por tirar o Brasil de um buraco de cinco anos sem títulos no circuito principal da ATP. O brasileiro mostrou determinação contra o alemão Andreas Beck e não deu chance para o adversário na decisão do Torneio de Gstaad, na Suíça.

Sei que não serás mais o número 199 após essa histórica vitória, mas pode ter a certeza já és o meu número 2, pois o número 1 para mim ainda fica com o maravilhoso, educado, sabedor de se posicionar nas quadras sem desgastar os joelhos e o restante do corpo, é respeitado por todos os maiores tenistas e que aprendi a amar quando ele perdeu para o nosso inesquecível GUGA que o venceu por 3 sets a zero em 2004. Pois Federer já era número um, mas com uma forma de jogar que até hoje mesmo quando perde é de se levantar e aplaudir de pé.

Bellucci se quiser conquistar mais e mais vitórias um belo exemplo a se seguir é o de Federer não somente pela sua forma bela de jogar, mas pela sua educação e respeito e admiração que conquista não só seus adversários mas todos que assistem e acompanham esse maravilhoso esporte. Parabéns!


quinta-feira, 23 de julho de 2009

Brasil lidera ranking de mortes em confrontos no futebol, aponta estudo


Nos últimos dez anos, 42 torcedores morreram em conflitos dentro, no entorno ou nos acessos aos estádios de futebol. Os dados foram contabilizados e estudados pelo sociólogo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Uerj) e da Universo, Maurício Murad, baseado em dados fornecidos por jornais, revistas e rádios das principais cidades do país entre os anos de 1999 e 2008. As informações foram mais tarde checados nos Institutos Médico Legais (IMLs) e nas delegacias de polícia das cidades onde as mortes ocorreram.

“Quando começamos a fazer o levantamento, o Brasil estava em terceiro lugar na comparação com outros países no número de óbitos. A ordem era Itália, Argentina e Brasil. Hoje, dez anos depois, o Brasil conquistou o primeiro lugar. É uma conquista trágica, perversa”, afirmou o professor, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ele, essa constatação deveria ser uma grande preocupação para um país que vai abrigar um grande evento como a Copa do Mundo de 2014. “Essa violência é uma preocupação para a Copa porque, de todos os problemas que a Fifa (Federação Internacional de Futebol) acompanha, e de tudo o que o caderno de exigências para a Copa do Mundo determina, a segurança pública é um dos principais. O problema da segurança pública é da maior importância para a Copa do Mundo.”

O fato do Brasil estar ocupando o trágico primeiro lugar no número de óbitos em conflitos de torcedores deve-se, segundo o professor, ao fato de não ter ocorrido aqui uma reação a esse tipo de violência, tal como fez a Itália, promovendo reformas na legislação até para punir os dirigentes que incitam a violência. “No Brasil, infelizmente, não houve reação satisfatória e consistente”, concluiu.

Um outro dado alarmante da pesquisa, segundo o sociólogo, é que a proporção dos óbitos vem aumentando nos últimos cinco anos. Se no período de dez anos a média é de 4,2 mortes a cada ano, no período entre 2004 e 2008 o número de mortos totaliza 28, dando uma média de 5,6 mortos por ano. A proporção é ainda bem maior se contabilizados apenas os dois últimos anos: 14 mortes ocorreram entre 2007 e 2008, uma média de sete mortos por ano.

“Significa não só que a soma dos óbitos é uma coisa preocupante, alarmante e que tem que ser vista, estudada e contida, como também que a proporção, nos últimos dez anos, é crescente e, portanto, muito mais preocupante”, definiu.

Mas a violência não é algo típico apenas do mundo esportivo. “Cresceu a violência no futebol porque cresceu a violência no país. E cresceu a violência no país porque a impunidade e a corrupção são cada vez maiores”, concluiu o sociólogo.

Além do crescimento do número de mortos em conflitos esportivos nos últimos anos, a pesquisa também verificou mudanças na forma dessa violência. Se antes as mortes ocorriam por quedas ou brigas, hoje elas ocorrem geralmente por armas de fogo.

Outro dado novo que foi observado nos últimos anos de pesquisa é a marcação dos conflitos e das tocaias contra grupos de torcedores rivais por meio da internet e do site de relacionamentos Orkut.

A maior parte dos mortos, de acordo com a pesquisa, era composta por jovens entre 14 e 25 anos, de classe baixa ou média baixa, com escolaridade até o ensino fundamental e, em geral, desempregado. E também foi constatado que, em grande parte, esses torcedores não eram ligados a práticas de violência.

“Em quase 80% dos óbitos, as pessoas não tinham nenhuma ligação com setores violentos ou delinquentes de torcidas organizadas. Apenas em 20% é que os óbitos eram de pessoas ligadas a grupos de vândalos", afirma Murad.

Segundo ele, o futebol reproduz de forma cruel e perversa a situação do país, onde a violência é crescente e vitimiza muito mais as pessoas não ligadas aos grupos delinquentes. "Uma morte já é gravíssima, mas a morte de um inocente, que não está ligado a práticas de violência e que foi ao estádio para se divertir e que foi com sua família para torcer pelo seu time é muito mais grave”, ressalta.

A pesquisa de Murad propõe como soluções de combate a essa violência nos esportes, no curto prazo, ações mais repressivas tais como a proibição da venda de bebidas alcóolicas nos estádios; o controle da venda de ingressos, proibindo a ação de cambistas; e o aumento da oferta do transporte coletivo principalmente na saída dos estádios.

“Chegar nos estádios, cada um chega mais ou menos numa hora, mas sair, sai todo mundo junto. Ali é que mora o perigo. E quanto mais rápido a multidão escoar, menor é a possibilidade de violência, de roubo e de brigas”, concluiu.

As ações mais efetivas para o combate à violência, no entanto, são as de médio e longo prazo. Aqui, Murad cita como soluções as campanhas educativas que possam voltar a atrair as famílias para os estádios. “É preciso aumentar, com ingressos promocionais, a ida de mulheres, famílias e de pessoas da terceira idade e de crianças aos estádios porque esses grupos naturalmente neutralizam e isolam esses grupos violentos”, afirmou.

Com Informações da Agênc ia Brasil e UOL

terça-feira, 21 de julho de 2009

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Roger Federer: Só falta mais um desafio

Roger Federer já entrou para a história, não só por sua beleza física e como SER HUMANO, humildade, plástica no esporte e profissionalismo. E agora falta batar mais uma vez Peter Sampras.

Aonde?


Bem, Peter Sampras (USA) é o campeão disparado em ter ficado o maior número de tempo como número 1 na liderança. Foram extas 286 semanas e Roger Federer (Suiça) está atualmente com 238 semanas. Está atrás de Jimmy Connors (USA) com 268 semanas e de Ivan Lendel (República Tcheca) com 270.

A continuar jogando com a classe, com seu profissionalismo, seu carisma e humildade, há quem duvide que esse desafio também não será vencido por ele?


Roger Federer: 50 feitos históricos de Roger Federer até 07/2009



O sexto título em Wimbledon, que deu a Roger Federer o recorde absoluto de conquistas em Grand Slams nas chaves de simples , foi o mais importante feito da carreira do tenista suíço. Federer, porém, acumula inúmeros recordes e feitos inéditos no tênis. Confira abaixo uma lista com 50 marcas do hexacampeão de Wimbledon, pentacampeão do US Open, tricampeão do Australian Open e atual campeão de Roland Garros.

1. 15 títulos de Grand Slam, um a mais que Pete Sampras, recordista anterior

2. 237 semanas consecutivas como número 1 do mundo (fevereiro de 2004 a agosto de 2008)

3. 20 finais de Grand Slam, mais que as 19 de Ivan Lendl, recordista anterior. Pete Sampras tem 18, e Rod Laver, 17

4. 10 finais consecutivas de Grand Slam (Wimbledon/2005 até US Open/2007). O recorde anterior era de Jack Crawford, com sete finais

5. 21 semifinais consecutivas de Grand Slam. Ivan Lendl e Rod Laver dividem a segunda posição na lista, muito atrás, com dez semifinais seguidas cada. Ashley Cooper (AUS) tem oito, e Jack Crawford (AUS), sete

6. 65 vitórias seguidas na grama, maior sequência da Era Aberta. A série foi interrompida na final de Wimbledon/2008, na derrota para o espanhol Rafael Nadal em cinco sets

7. 56 vitórias consecutivas em jogos na quadra dura, maior sequência da Era Aberta no piso

8. 11 títulos na grama - um a mais que Pete Sampras, recorde na Era Aberta. Além das seis conquistas em Wimbledon, o suíço levantou o troféu do ATP de Halle cinco vezes (2003-2006 e 2008)

9. 5 títulos consecutivos (2004-2008) no US Open, recorde na Era Aberta. A marca anterior, de três conquistas seguidas, era dividida por Ivan Lendl e John McEnroe.

10. 7 finais consecutivas em Wimbledon







11. 5 títulos consecutivos em Wimbledon na Era Aberta, marca dividida com o sueco Bjorn Borg

12. 5 títulos do US Open na Era Aberta. Marca compartilhada com Pete Sampras e Jimmy Connors

13. 24 finais vencidas em sequência, entre outubro de 2003 e setembro de 2005, maior série da Era Aberta. O recorde anterior era compartilhado por John McEnroe e BJorn Borg, com 12

14. 36 sets vencidos de forma consecutiva em Grand Slams. A série terminou contra Tommy Robredo em Roland Garros/2007

15. 34 vitórias consecutivas no US Open (2004-2008)

16. 11 vitórias seguidas por 3 sets a 0 em Grand Slams. Marca dividida com John McEnroe

17. US$ 10.130.620 (cerca de R$ 19.720.000) em prêmios de torneios, obtidos em 2007. Maior marca da história do tênis em uma temporada

18. Sexto tenista da história a vencer todos os torneios do Grand Slam, mesmo que em anos diferentes. Ele se iguala a Fred Perry, Don Budge, Rod Laver, Roy Emerson e Andre Agassi

19. Único tenista da história a terminar quatro temporadas consecutivas como número 1 do mundo (2004-2007)

20. Primeiro tenista a disputar sete finais seguidas em Wimbledon desde 1922. Até então, o torneio era disputado com o chamado Challenge Round. O vencedor de uma chave formada por desafiantes lutava pelo troféu com o campeão do ano anterior.







21. Único tenista da história a vencer cinco títulos consecutivos em dois Grand Slams: Wimbledon (2003-2007) e US Open (2004-2008)

22. Único tenista da história a vencer os mesmos dois Grand Slams (Wimbledon e US Open) em quatro temporadas (2004-2007)

23. Único tenista da Era Aberta a vencer três Grand Slams consecutivos em duas ocasiões diferentes (Wimbledon/2005, US Open/2005 e Australian Open/2006, além de Wimbledon/2006, US Open/2006 e Australian Open/2007)

24. Único atleta da história a vencer três Grand Slams diferentes três vezes

25. Único tenista da história a conquistar pelo menos dois títulos de Grand Slam em quatro temporadas consecutivas (2004-2007)

26. Único tenista da história a conquistar três títulos de Grand Slam por ano em três temporadas (2004, 2006 e 2007) diferentes

27. Único tenista a conquistar pentacampeonatos em dois Grand Slams (Wimbledon 2003-2007 e US Open 2004-2008)

28. Único tenista da história a vencer 11 títulos de Grand Slam em quatro anos (2004-2007)

29. Único tenista a vencer 11 tenistas diferentes em finais de Grand Slam


30. Único tenista da história a disputar as finais de todos os Grand Slams em duas temporadas consecutivas (2006-2007)

31. Único tenista da Era Aberta a disputar pelo menos cinco finais consecutivas em dois Grand Slams (Wimbledon 2003-09 e US Open 2004-08)

32. Único tenista da história a disputar pelo menos três finais de Grand Slam por ano em quatro temporadas consecutivas (2006-2009)

33. Único tenista da história a jogar pelo menos três finais de Grand Slam por ano em cinco temporadas (2004, 2006-2009)

34. Único tenista da história a alcançar 16 finais em 17 Grand Slams disputados (Wimbledon/2005 até Wimbledon/2009, com exceção do Australian Open/2008)

35. Único tenista da história a alcançar pelo menos quatro finais seguidas em três Grand Slams diferentes (Wimbledon 2003-2009, US Open 2004-2008 e Roland Garros 2006-2009)

36. Único tenista da história a disputar as finais de todos Grand Slams pelo menos quatro vezes



37. Único tenista da história a disputar as finais de Roland Garros, Wimbledon e US Open por três anos seguidos

38. Único tenista da Era Aberta a alcançar pelo menos cinco semifinais seguidas em Roland Garros (2005-2009). Na história, o recorde é de Eric Sturgess, com seis (1947-52)

39. Único tenista da história a disputar cinco semifinais seguidas nos quatro torneios do Grand Slam

40. Único tenista da história a vencer pelo menos 34 jogos seguidos em dois Grand Slams (Wimbledon 2003-2008 e US Open 2004-2008)

41. Único tenista da história a vencer pelo menos 19 jogos seguidos em três Grand Slams diferentes (Wimbledon 2003-2008, US Open 2004-2008 e Australian Open 2006-2008)

42. Primeiro tenista da história a ser cabeça-de-chave número 1 em 18 Grand Slams consecutivos (Roland Garros/2004 até Wimbledon/2008)

43. Primeiro tenista da Era Aberta a conquistar pelo menos dez títulos de simples em três temporadas consecutivas

44. Um dos quatro tenistas que triunfaram em Wimbledon como juvenil e profissional. Em 1998, ele se sagrou campeão na categoria até 18 anos com uma vitória sobre Irakli Labadze, da Geórgia

45. Ao vencer o US Open de 2004, Federer se tornou o primeiro tenista da Era Aberta a vencer suas quatro primeiras finais de Grand Slam. A sequência continuou, e Federer venceu sete finais de Grand Slam até sofrer sua primeira derrota em uma decisão (Roland Garros/2006). Na história, o suíço divide a marca com Richard Sears e William Renshaw

46. No Australian Open de 2007, Federer se tornou o quarto tenista da Era Aberta a venceu um Grand Slam sem perder sets


47. Primeiro tenista da história a conquistar pelo menos dez títulos no mesmo ano sem perder uma final

48. Em 2005, tornou-se o quarto tenista da Era Aberta a conquistar pelo menos 11 títulos em uma mesma temporada

49. Por duas vezes (200-2004 e 2006-2007), Federer foi bicampeão da Masters Cup. Marca dividida com Ivan Lendl

50. 94,1% de aproveitamento em 2006, quando chegou a 16 finais em 17 torneios disputados. Naquele ano, se torneou o primeiro desde Thomas Muster (1995) a conquistar 12 títulos


quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Galo e o preconceito da mídia

Antes de mais nada, quero informar que o meu time do coração é o Barcelona.



A mídia como sempre, está desdenhando a bela campanha do Clube Atlético Mineiro no Brasileirão 2009. Tirando a mída regional de Minas, o restante, principalemnte a paulista e carioca não respeitam em nada o GALO.

Chamam o time de cavalo-paraguaio, dizem que o Celso Roth é um burro com sorte e etc.

Quando comentam algum jogo do Galo, dizem que o time é apenas mediano, com jogadores ruins e que está tendo sorte. E comentam rapidamente, isso para não serem cobrados de não estarem falando sobre o líder do campeonato.

Isso ocorre nos programs do Sportv, ESPN, Rádios Globo, Bandeirantes, Tupi e outras.

Eles não se conformam que os times de São Paulo e do Rio de Janeiro não estejam na liderança ou nas primeiras posições do campeonato.

É triste a falta de ética por parte desses jornalistas. Tanto é, que o jornalismo perdeu o status de curso universitário. Hoje qualquer um pode fazer jornalismo sem precisar de um diploma. Isso tudo pela falta de ética e respeito para com a própria profissão.

Então, torcedores do Galo, não liguem para o que esses ditos conhecedores do assunto dizem ou deixam de dizer sobre o seu time. Agradeçam. Pois sou do tipo que é melhor não falar nada, se não tem nada de bom para dizer.

E estarei torcendo para que o Galo ou outro time fora do eixo Rio-São Paulo ganhe não somente o barsileirão 2009, mas também como o de 2010, 2011...

Assim quem sabe eles descobrirão que o Brasil não se reume apenas em dois ou três estados.


Ah! E tem outra. Já ouviram alguma vez o que diz a Renata Fan? Pois quem não ouviu não precisa se achar que está perdendo nada, além é claro de boas risadas pelo tamanho dos conhecimentos da loira-burra. Pois a mesma não tem neurônios suficiente para falar de dois times no máximo. E os mesmos tem que ser do eixo Rio-São Paulo. Os outros ela nem sabe que existe. E tem outra também, sabia que os comentários que ela fala não são escritos pela mesma? Teve uma vez nos bastidores durante a apresentação de um programa esportivo, o diretor disse que o próximo assunto seria sobre o Naútico. Ela disse: "Agora não! No próximo bloco ainda continuaremos falando sobre o futebol".

Futuramente colocarei aqui outras "sabedorias" da loira do esporte.



A verdade sobre a saída de Muricy do São Paulo


Como sempre digo, tenho dó dos torcedores brasileiros para com seus respectivos clubes de futebol.

O dinheiro e a política sempre fala mais alto.

Quem organizou toda a trama para a saída do Muricy do São Paulo, foi o Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco,vice-presidente do clube.

O referido em diversas conversas com os jogadores do São Paulo iniciou uma trama, com fofocas e incentivando os mesmo para não seguirem as ordens do Muricy.

Se eu fosse torcedor do São Paulo daria uma bela lição no canalha do Leco.